BEM - VINDOS

BEM - VINDOS
OBRIGADO!!!!!!!!!!

segunda-feira, 14 de junho de 2010






Explicação sobre cálculo de área para várias formas geométricas



Como calcular a área? Aqui vamos procurar explicar esses cálculos que são vitais na geometria:

No retângulo basta só multiplicar a base pela altura.

No quadrado é só multiplicar lado vezes lado (lado²).

No Triângulo basta só multiplicar a base pela altura e dividir tudo por 2.

No Triângulo eqüilátero é só multiplicar lado vezes lado (lado²) e multiplicar pela raiz quadrada de 3, por fim, divida tudo nisso por 4.

No Paralelogramo é só multiplicar a base pela altura.

No trapézio é só somar a base maior (B) com a base menor(b) e multiplicar pela altura, por fim, é só dividir tudo por 2.

No losango é só multiplicar a base (D) pela altura (d) e dividir tudo por 2.

Veja a seguir uma lista completa e ilustrada com as fórmulas para medir a área várias formas, entre elas: quadrado, retângulo, paralelogramo, trapézio, triângulo, triângulo eqüilátero, Pentágono Regular, Hexágono Regular, Octogono Regular, Polígono Qualquer, Círculo, Coroa Regular, Setor Regular, Segmento Regular e Elipse.

domingo, 13 de junho de 2010

/ Educação infantil e alfabetização / Artigos
Gabriela Guarnieri de Campos Tebet


Inserindo a Matemática na Educação Infantil

A Educação Infantil brasileira passou por diversas transformações nos últimos 20 anos. Desde o final da década de 1980, universidades, movimentos sociais, partidos políticos, associações profissionais e mães têm debatido o modelo de Educação Infantil pretendido para as crianças brasileiras, influenciando as diretrizes estabelecidas na legislação do país.


A matemática e o projeto não-escolarizante de Educação Infantil

A Educação Infantil brasileira passou por diversas transformações nos últimos 20 anos. Desde o final da década de 1980, universidades, movimentos sociais, partidos políticos, associações profissionais e mães têm debatido o modelo de Educação Infantil pretendido para as crianças brasileiras, influenciando as diretrizes estabelecidas na legislação do país.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB -, aprovada em 1996, estabelece, em seu artigo n. 29, que a Educação Infantil tem como finalidade “o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”. Tal afirmação é resultado de uma nova maneira de compreender a criança que é vista como um ser ativo, competente, agente, produtor de cultura, pleno de possibilidades atuais e não apenas futuras.

Mas como trabalhar, no dia-a-dia da Educação Infantil, a partir de tais concepções? O quê ensinar para as crianças? Essas podem ser algumas dúvidas comuns de muitas professoras. Para respondê-las é importante compreender que as crianças estão inseridas no mundo e que, desde o seu nascimento, esforçam-se para compreendê-lo, reinventando e interagindo com ele a cada momento. Dessa forma, o papel do professor não seria tanto ensinar-lhes conteúdos, mas propiciar-lhes momentos e oportunidades para que explorem e descubram esse mundo.

Ao invés de apenas ensinar a matemática, poderíamos organizar o ambiente e disponibilizar para as crianças jogos e materiais que permitam desenvolver noções e conceitos matemáticos, que vão muito além de ensinar a contar.

Possibilitando às crianças um encontro com a matemática.

Existem muitas formas de conceber e trabalhar com a matemática na Educação Infantil. A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. Uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipo de materiais podemos disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas.

Existem no mercado diversos materiais que podem ser utilizados pelos professores para enriquecer o contato com o universo matemático. São músicas, livros de histórias infantis, encartes de revistas, brinquedos e jogos pedagógicos, que podem ser facilmente encontrados e que permitem à criança o contato com os números, com as formas, com as quantidades, seqüências, etc. Além desse material, é possível que o professor crie seu próprio material de trabalho, confeccionando quebra-cabeças, seqüências lógicas, desenvolvendo atividades com ritmo, oferecendo palitos e outros materiais, propondo jogos e brincadeiras e possibilitando a criação das crianças.


Quanto ao trabalho com os números, é importante compreendermos que estes são símbolos que representam graficamente uma quantidade de coisas que poderiam ser representadas de outra forma. Assim, antes de descobrir os números, é importante ajudarmos as crianças: dizer quantos têm, mostrar nos dedinhos e brincar com tudo isso. Posso indicar que tenho 2 coisas mostrando o dedo indicador e o médio, mas também posso fazê-lo mostrando o dedo mínimo e o polegar. De qualquer forma estarei mostrando 2 dedos. De quantas formas diferentes você é capaz de mostrar 3 dedos? E 5?


Se uma criança, ao mostrar 8 dedos para a professora, pergunta quantos dedos têm ali, ela pode receber a resposta ou ser estimulada a desenvolver o seu pensamento lógico-matemático. Posso responder que tem 8 dedos, como posso desafiá-la, dizendo que ali só tem um dedo e mostrar: 1, 1, 1, 1, 1, 1,1 e1. Diante da contestação da criança, posso então dizer que me enganei e que acho que ali tem 5 e 3, ou 4 e 4, fazendo com que ela descubra que os números são mais que eles mesmos, podendo ser um conjunto de outros números.

O importante é que o professor perceba que pode trabalhar a matemática na Educação Infantil sem se preocupar tanto com a representação dos números ou com o registro no papel, pode colocar em contato com a matemática crianças de todas as idades, desde bebês. Podemos pensar a matemática a partir de uma proposta não-escolarizante, que permita à criança criar, explorar e inventar seu próprio modo de expressão e de relação com o mundo. Tudo o que temos que fazer é criar condições para que a matemática seja descoberta, oferecer estímulo e estar atentos às descobertas das crianças.



Gabriela Guarnieri de Campos Tebet é Professora de Educação Infantil da Prefeitura Municipal de São Carlos; Pedagoga e Mestre em Educação pela UFScar. É co-autora do livro Trabalhando a diferença na educação infantil pela Moderna.

*Fotografias da própria autora. Tratamento de imagem: Mariana Guarnieri.
Possibilitando às crianças um encontro com a matemática

Existem muitas formas de conceber e trabalhar com a matemática na Educação Infantil. A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. Uma criança aprende muito de matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes, organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e descobrem a matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipo de materiais podemos disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas.
Há no mercado diversos materiais que podem ser utilizados pelos professores para enriquecer o contato com o universo matemático. São músicas, livros de histórias infantis, encartes de revistas, brinquedos e jogos pedagógicos, que podem ser facilmente encontrados e que permitem à criança o contato com os números, com as formas, com as quantidades, seqüências, etc. Além desse material, é possível que o professor crie seu próprio material de trabalho, confeccionando quebra-cabeças, seqüências lógicas, desenvolvendo atividades com ritmo, oferecendo palitos e outros materiais, propondo jogos e brincadeiras e possibilitando a criação das crianças.



O objetivo do trabalho com matemática na educação infantil


Nenhum segmento da educação deve ser considerado como preparatório para o posterior.
A educação infantil precisa ser valorizada como um direito em si, o que implica em formulação de políticas públicas para garantir o acesso e o ensino de qualidade para todas as crianças nesta faixa etária. Falar em ensino de qualidade significa assumir compromisso com a aprendizagem das crianças. Desta forma, podemos dizer que os conteúdos matemáticos trabalhados na educação infantil deveriam ser estruturantes para os trabalhados no ensino fundamental, mas não preparatórios.
Com o desenvolvimento da consciência matemática, os pequenos podem, por exemplo, questionar quanto um determinado produto custa. Esta pesquisa de preços e a conseqüente comparação de números têm um objetivo social: o aluno passa a entender o que é mais barato, mais caro e descobre como o sistema se organiza. Além disso, nessa fase em que as crianças ainda não sabem comparar, dentro de uma prática de uso social, elas podem aprender porque um número é maior que o outro. É a utilização da matemática para desenvolver o potencial argumentativo dos alunos. Para isso, a disciplina não pode ser vista só como uma ciência exata e absoluta dos dois mais dois dá quatro. Os professores precisam provocar as crianças para que elas saibam argumentar e consolidar um conhecimento.




RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS


Há uma grande preocupação de professores com o pensar produtivo dos alunos que é fundamental e de grande importância para o ensino da Matemática. A resolução de problemas tem sido reconhecida como uma meta da Matemática para o ensino, onde o aluno desenvolve a capacidade de pensar produtivo, ou seja, é quando o aluno adquire capacidade de raciocínio para resolver qualquer situação problema seja um problema simples do seu cotidiano ou um problema matemático. É necessário fazer com que os alunos adquiram convicção de que o uso da matemática não está somente ligado a operações, mas também às soluções de problemas no seu cotidiano, persuadindo-o a situações novas onde ele fará associação com informações que estiverem ao seu alcance e determinando estratégias que sejam eficazes.
A solução de problemas é um tema difícil de ser trabalhado em sala de aula, ensinar o aluno a resolver operações é mais fácil do que fazer com que ele resolva problemas tornando esta resolução mais complexa. Depende do professor proporcionar aos alunos a possibilidade de discutir, justificar, relacionar, expressar opiniões e contrapor idéias.
Como todas as outras disciplina a Matemática também tem sua história que por sua vez é estremamente maravilhosa.


Matemática é uma ciência que foi criada a fim de contar e resolver problemas cujas existências tinham finalidades práticas. Teorias das mais complexas contadas por matemáticos sobrevoaram a mente humana de como a matemática foi criada.

Essa ciência difícil e com complexidades pós o conhecimento humano foi criada a partir dos primeiros seres racionais, há milhões de anos dos Homo sapiens. Ela foi criada com o intuito de inventar uma lei sobre todas as quais ela é soberana e determina o possível e o impossível com uma questão de lógica. Essa lógica serviu para os primeiros raciocínios, desde trocas à vendas, de que nossos ancestrais necessitavam.

Até mesmo hoje, ela supera todas as ciências em necessidade humana, chegando até a superar a necessidade de se comunicar por meio de um idioma compreensível de tal região.

A matemática foi, é, e será uma grande necessidade humana. Nossos ancestrais também necessitavam de conhecimento dentre os quais poderiam se comunicar, comerciar e trocar. Desde aí, os princípios básicos do início da matemática foram se aperfeiçoando.

Poucos milênios antes de Cristo, a inteligência humana se desenvolveu mais, e a necessidade de uma ciência complicada para resolver desde os mais simples problemas até grandes vendas também.

Os grandes matemáticos surgiram antes de Cristo e depois de Cristo, inventando novas fórmulas, soluções e cálculos.

A inteligência do homem era algo tão magnífico, que a matemática evoluiu mais rápido do que as próprias conclusões e provas matemáticas do homem.

Adição, subtração, multiplicação, divisão, raiz quadrada, potência, frações, razões, equações, inequações, termos, leis, conjuntos, etc, todos esses princípios e centenas de milhares de outros estavam dentro da ciência complexa, difícil, explicável e lógica que se chamava Matemática.

Antigos acreditavam que a soma de duas unidades de algo, somado a mais outras duas unidades de algo, daria quatro. Comprovado pela matemática de sumérios, os primeiros grandes astrônomos e filósofos deram o essencial a essa complexidade. Vários povos se destacaram, como os egípcios, sumérios, babilônios e gregos. Grandes mentes surgiram e inventaram outros princípios mais complexos e mais difíceis.


Os Maiores e Reconhecidos Matemáticos da História...



http://www.clinicadematematica.com.br/GrandesMatematicos.htm

Meu Primeiro Projeto em Sala de Aula

A IMPORTÂNCIA DAS FORMAS GEOMÉTRICAS NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS DE 1ª A 4ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL NA ESCOLA UNIDADE INTEGRADA GONÇALVES DIAS EM SANTA LUZIA - MA


Elaboradores do Projeto:

ADRIANO FEITOSA DA SILVA
FRANCILENE DA CONCEIÇÃO SILVA
MARCELO DE SOUSA MOTA













Excluir geometria do currículo
escolar, é como omitir a existências
de todas as formas, inclusive o homem.


Santos / Ramos



RESUMO

O presente projeto apresenta um trabalho voltado à importância das formas geométricas na formação dos alunos de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental a ser realizado no colégio municipal Unidade Integrada Gonçalves Dias, em Santa Luzia – MA. Este tem como objetivo principal mostrar aos professores do referido escola, alternativas metodológicas de ensino. Assim, a partir desta confecção ensinar as formas geométricas aos alunos para que possa descobrir as formas e as representações, com intuito de tornar mais significativa e presente, a geometria na sala de aula. Nesse projeto iremos descobrir que os conteúdos estudados pelos os alunos quando se utiliza materiais concretos, os ajudam a desenvolver idéias sobre as situações propostas. Ao manipular esses materiais as percepções das formas geométricas que os alunos tenham vão ser ampliadas. Haja vista que os mesmos estão em contado direto com os objetos. Desta forma os alunos aprenderam a fazer as construções a eles propostas, permitindo assim resolver problemas utilizando os conceitos geométricos mais básicos, evitando desta forma, decorar as formas.

Palavras-chave - Importância, metodológicas, descobrir e aprenderam.






ABSTRACT

This project presents a study focused on the importance of geometric shapes in the training of students from 1st to 4th grades of elementary school to be held in Gonçalves Dias Municipal Integrated Unit in Santa Luzia - MA. The main goal is to show teachers of this school, alternative methodologies of teaching. Thus, from this preparation to teach geometric shapes for students to discover the forms and representations, in order to make more significant and this, the geometry in the classroom. In this project we will discover that the content studied by students when using concrete materials, help them develop ideas about the proposed situations. By manipulating these materials perceptions of geometric forms that students have will be magnified. Considering that they are in direct contact with objects. This way the students learned to make the buildings proposed to them, thereby solving problems using the most basic geometric concepts, thus avoiding, to decorate the shapes.

Keywords - The importance, methodological, discover and learn.





SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

2. PROBLEMATICA

3. DESENVOLVIMENTO

4. OBJETIVOS

4.1 Objetivo Geral
4.2 Objetivos Específicos

5. HIPÓTESES


6. METODOLOGIA

7. RECURSOS
7.1 Humanos
7.2 Materiais


8. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

9. CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS





1. INTRODUÇÃO

A Geométria faz parte da vida das pessoas, ao mostrar que ela tem sido desenvolvida para dar respostas às necessidades e preocupações de diferentes culturas, e foi pensando nisto que decidimos mostrar aos professores da escola Unidade Integrada Gonçalves Dias a importância das formas geométricas e da incorporação da mesma na formação dos alunos de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental.

É importante que o professor desenvolva uma rica experiência com relação ao campo do ensino de geometria no trabalho em sala de aula. O adulto pode proporcionar a exploração especial por meio da interação entre as crianças, jogos e brincadeiras. Pode-se trabalhar com as formas geométricas, por meio da observação de matérias e objetos presentes no cotidiano dos alunos, como construções de arquitetura, pisos, obras de arte, objetos como garrafas, dados a até mesmo os objetos presentes na sala de aula. É imprescindível que o professor possibilite um trabalho exploratório para que haja um aprendizado significativo.




2. PROBLEMÁTICA

Os alunos de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental tem dificuldades em assimilar conhecimentos nas aulas ministradas pelos professores, na disciplina de matemática, em relação as formas geométricas. É perceptível a grande dificuldade dos alunos em identificar formas geométricas tais como: retângulo, triângulo, losango e demais formais. Este fato dificulta a compreensão em outras disciplinas como: Química, Biologia e Física. A não compreensão das formas geométricas prejudica ainda no entendimento de conceitos matemáticos, úteis na resolução de problemas no seu cotidiano.




3. DESENVOLVIMENTO

A matemática é um fator importante na construção da cidadania de acordo em que à sociedade se utilizar cada vez mais de conhecimentos e recursos tecnologicos dos quais devemos nos aperfeiçoar. BRASIL (PCN: 1997, p.24) comenta o seguinte:

A Matemática comporta um amplo campo de relações, regularidades e coerências que despertam a curiosidade e instigam a capacidade de generalizar, projetar, prever e abstrair, favorecendo a estruturação do pensamento e o desenvolvimento do raciocínio lógico. Faz parte da vida de todas as pessoas nas experiências mais simples como contar, comparar e operar sobre quantidades. Nos cálculos relativos a salários, pagamentos e consumo, na organização de atividades como agricultura e pesca, a Matemática se apresenta como um conhecimento de muita aplicabilidade. Também é um instrumental importante para diferentes áreas do conhecimento, por ser utilizada em estudos tanto ligados às ciências da natureza como às ciências sociais e por estar presente na composição musical, na coreografia, na arte e nos esportes.

Diante disso os Parâmetros Curriculares Nacionais enfatizam a importância da exploração do espaço, de suas representações e articulações entre a geometria plana e espacial em todas as séries da educação básica, ou seja, exploração essa que deve se iniciar na educação infantil e se estender no decorre do processo de escolaridade do indivíduo. Os PCNs (1997, pag. 5), nos revela que:

O trabalho com noções geométricas contribui para a aprendizagem de números e medidas, pois estimula a criança a observar, perceber semelhanças e diferenças, identificar irregularidades e vice-versa. Além disso, se esse trabalho for feito a partir da exploração dos objetos do mundo físico, obras de arte, pintura, desenho, escultura e artesanato, ele permitirá ao aluno estabelecer conexões entre a matemática e outros conhecimentos.

Sabemos que a Geometria está presente em diferentes campos da vida humana, seja nas construções, nos elementos da natureza ou nos objetos que utilizamos. Por este motivo, os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1997) e pesquisadores da área da Educação Matemática (GÁLVEZ, 1996; SANTALÓ, 1996), de modo geral, recomendam que a escola proporcione às crianças o acesso a esse conhecimento, visando à compreensão e à interação das mesmas com o mundo em que vivem. Afirmam os estudiosos da área da Educação Matemática (SERRAZINA, 1999; SMOLE, 2003), que nos últimos tempos tem havido por parte dos professores e de modo geral, por parte da comunidade científica que pesquisa o assunto, o interesse em resgatar o ensino da Geometria nas escolas, tendo em vista um certo descaso a esse respeito. Isso acontece, entre outros motivos, devido à convicção que muitos professores possuem acerca da importância das diferentes habilidades que esse conhecimento desenvolve nas crianças. Habilidades essas necessárias à formação geral do indivíduo, que o capacita para o exercício da cidadania. Assim os PCN (1997, pag. 103), nos diz que:

Levando em consideração o aspecto histórico, o ensino da geometria, nas escolas, deve partir da observação e da exploração do espaço físico. Nesse espaço, encontram-se as formas elaboradas pela natureza que são modificadas pela sua própria ação e pelo homem. Assim, o conteúdo de geometria deve ser trabalhado de forma prática e dinâmica, estreitamente ligado às formas dos objetos que nos cercam, permitindo aos alunos observar, relacionar, tirar conclusões e formar conceitos.

As crianças desde pequenas realizam experiências com o próprio corpo, analisam os objetos e suas formas, orientam-se, descobrem propriedades, estabelecem relações e gradativamente vão tomando posse do espaço.

O trabalho do professor com a geometria na escola, deve necessariamente se apoiar na vivência do aluno, nas relações espaciais que intuitivamente aprendeu a estabelecer. Nessa medida, não se trata de um trabalho inusitado, que se inicie a partir de algo desconhecido para a criança, mas de um aprofundamento da sua experiência com o ambiente, baseado na observação, nas ações, etc.

As experiências do individuo com o espaço ocorrem frequentemente, no ambiente em que vive desde a idade mais precoce e dessas experiências vai se constituindo um referencial a partir do qual tal individuo passa a observar sistematicamente esse espaço, localizando-se nele e adquirindo conhecimento geométrico. A contribuição do adulto, as interações entre as crianças, os jogos e as brincadeiras podem proporcionar a exploração espacial em três perspectivas: as relações espaciais contidas nos objetos, as relações espaciais entre os objetos e as relações espaciais nos deslocamentos. PAPAIZ, José et al 2007.

A geometria assim como outros campos da matemática, favorecem o desenvolvimento da criatividade, busca de soluções de problemas e oportunidades para que as crianças comuniquem suas idéias. Pelo fato de vivermos em um mundo tridimensional, é importante que o estudo da geometria tenha início com os poliedros e corpos redondos, com o objetivo de desenvolver a percepção e a discriminação de formas.

Finalizando, o estudo da geometria deve-se ir de encontro aos conhecimentos que já estão com os alunos.





4. OBJETIVOS:

4.1 Objetivo Geral

Destacar a relevância da geometria na formação matemática das crianças, abordando situações relacionadas à forma, dimensão e direção e ligar o aluno ao sentido de localização, reconhecimento de figuras, manipulação das formas geométricas, representação espacial e estabelecimento das propriedades.


4.2 Objetivos Específicos

 Apresentar vocabulário básico;
 Identificar formas básicas (planas ou espaciais),
 Construir conceitos como os de polígono, ângulo, paralelismo, perímetro e área;
 Analisar a construtivista do aluno estabelecendo seu espaço na medida em que o pensamento cognitivo seja colocado em ação;
 Aproveitar os diferentes pontos de vista e opinião dos alunos, criando um ambiente de discussão de idéias, debates e formulação de novas definições;
 Valorizar o aluno, pois ao utilizar conceitos particulares na sala de aula aumenta a auto-estima e valoriza o educando;
 Utilizar mapas como forma bidimensionais no estudo de situações e formas tridimensionais através da planificação de objetos.




5. HIPÓTESES

1. O ensino das formas geométricas facilita aos alunos o saber dos problemas vividos pelos os mesmos no seu cotidiano.

2. O ensino das formas geométricas não contribui para a formação dos alunos e conseqüentemente de um cidadão.





6. METODOLOGIA

O trabalho de cópia pode ser feito desde o 1º ano do Ensino Fundamental, utilizando nesse caso figuras mais simples. Nas séries iniciais, o professor irá oferecer atividades nas quais as crianças tenham a oportunidade de adquirir o domínio sobre a linguagem matemática – face, diagonal etc. – e as propriedades das formas e dos corpos geométricos. Assim, ao chegar à segunda fase do Ensino Fundamental, é possível propor o trabalho com figuras compostas (em que as formas geométricas são sobrepostas).

Atividades em sala de aula:

- Recreativas instrucionais para que o aluno se localize e se desloque no espaço;
- Utilização dos termos como (direita, esquerda, distância, acima, abaixo, ao lado, na frente, atrás, perto);
- Construções de itinerários (trajeto do lugar onde moram até a escola, dando pontos. de referência);
- Elaboração e utilização de mapa, tabelas, diagramas, figuras geométricas;
- Composição de decomposição de figuras;
- Incentivo, levando o aluno a perceber e valorizar a presença da geometria nos elementos da natureza e na criação do homem como das flores, elementos marinhos, teia de aranha, da arquitetura, pisos, mosaico;
- Recortes, dobraduras;
- Uso da argila.

A criança precisa coordenar suas informações através da observação, descrição e representação. Para isto o desenho e a troca de idéias são formas de trabalho. Para construir, a criança necessita explorar e considerar as propriedades reais dos materiais para gradativamente relacioná-las e transformá-las em função de diferentes argumentos de faz-de-conta.

Em suas construções as crianças devem utilizar diversos materiais como: areia, massa de modelar, argila, pedras, etc...
Em suma o conhecimento a ser construído através da observação, troca de experiências, vivência, manipulações de objetos, tudo isto de forma gradual com experiências concretas e não teorias vazias. Fala os Professores PAPAIZ, José et al 2007.




7. RECURSOS

7.1 Humanos

Professores de Matemática 04
Alunos 60
Digitador 01
Profissional da área 01
Professor Orientador 01


7.2 Materiais

Resma de papel 01
Livros 02
Digitação 03
Encadernação 01
Internet -





9. CONCLUSÃO

O projeto terá a pretensão de incentivar os alunos de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental da escola Unidade Integrada Gonçalves Dias sobre o conhecimento e o gosto pela geometria, fazendo com que os alunos se sintam envolvidos pelo trabalho e percebam durante seu desenvolvimento que as atividades com formas geométricas possam ser agradáveis, dinâmicas, bem compreendidas e situadas.

Além disso, ressaltam os pesquisadores (PIRES, 2000; PONTE, 2003), que os professores precisam ter a consciência de que a aquisição de conceitos geométricos deve ocorrer mediante a realização de atividades que envolvam as crianças na observação e na comparação de figuras geométricas a partir de diferentes atributos.

Porém, normalmente o professor, ao ensinar Geometria, não se preocupa “[...] em trabalhar as relações existentes entre as figuras, fato esse que não auxilia o aluno a progredir para um nível superior de compreensão de conceitos” (PAVANELLO, 2001, p. 183).




REFERÊNCIAS

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

BRAZ, Ricardo A.F.S. UFRPE/PPGEC: Diferentes concepções sobre o uso do material manipulativo nas aulas de geometria: A geometria da vida. Disponível em http://geometria.com/ 04 de junho de 2010 as 09:30 horas.

MARANHÃO. Gerência de Desenvolvimento humano. Proposta Curricular – Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Naturais, História e Geografia – Ensino Fundamental – 1ª a 4ª série. São Paulo, 2000.

PAIVA, Manuel dos Santos: Geometria nas séries iniciais, Geometria Ciclo; setembro 2007. Disponível em http://geometriaseriesiniciais.blogspot.com/ acesso 31 de maio de 2010 as 14:30 horas.

PAPAIZ, José et al: Geometria nas séries iniciais, Geometria Ciclo; setembro 2007. Disponível em http://geometriaseriesiniciais.blogspot.com/ acesso 31 de maio de 2010 as 15:40 horas.

THAIS, gurgel: Figuras e Corpos, sala de aula: Geometria para pensar / Matemática. Disponível em http://somatematica.com/ acesso 04 de junho de 2010 as 14:20 horas.

VASCONCELOS, Mônica – UCDB: O ensino da geometria nas séries iniciais: a aprendizagem dos alunos da 4ª série e o ponto de vista dos professores. Disponível em http://Monografias.com/ acesso 05 de junho de 2010 as 08:30 horas.